Cobertura e fotos EXCLUSIVAS da MDNA Tour de São Paulo

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Antes tarde que nunca, não é mesmo? Então vamos a coberta do primeiro show de São Paulo da MDNA Tour da rainha do POP, Madonna. A cobertura foi feita pelo nosso querido amigo e colocaborador Pedro Henrique Freitas. Segue abaixo:

Lembro-me que na Sticky & Sweet Tour, em 2008, Madonna simplesmente deixava a bola rolar, falava demasiadamente com o público e até chegou a chorar após cantar You Must Love Me. Se naquela época, aos 49 anos, ela já dava literalmente um show, hoje com 54 ela se reafirma como rainha do pop, excelente cantora e incrível performer.

Sua nova turnê, MDNA Tour, não só é grande em tamanho. É um grande espetáculo.

Antes da cantora subir ao palco, o DJ paulistano Gui Boratto fez um excelente set de abertura. Foi com o soar de um badalo e um defumador gigante que o show se iniciou por volta das 22h30 em uma introdução mística com canto gregoriano enquanto rolavam projeções de uma catedral e uma cruz gigantesca onde se lia MDNA. Alguns dançarinos cobertos com mantos da cabeça aos pés e outros vestidos de demônios dão um show à parte. Eis que aparece Madonna ajoelhada erguendo um terço e fazendo o sinal da cruz, como quem antes de pecar, pedia a Deus para começar a sua apresentação. A cantora deu um salve à cidade e, na sequência o primeiro verso de Girl Gone Wild, que também é a música inicial do cd MDNA. A partir daí é uma montanha russa.  Destaque para a sequência de Revolver com a incrível Gang Bang que ganha como cenário um quartinho de motel onde vemos Madonna matando sem piedade. O bloco se encerra com uma performance incrível de I Don’t Give A, em que ela meio canta, meio faz rap e meio toca guitarra ao mesmo tempo enquanto Nicki Minaj manda seu recado vestida de freira nos telões, igualmente incrível.

A segunda parte do show é um deleite. A tão polêmica versão de Express Yourself com  trechos de Born This Way parece simplesmente fazer parte do contexto. Nessa hora os fãs deliravam enquanto no fim do mix Express Youself x Born This Way surgia She’s Not Me. Sem tempo pra respirar, ela nos contagia com a energia de Turn Up The Radio e logo em seguida os telões se abrem onde numa espécie de fanfarra surgem dançarinos vestidos de soldadinhos tocando tarol pendurados por cabos. É quando chega Give Me All Your Luvin’ em uma versão totalmente remixada e com uma batida incrível.

Após um belíssimo, provocativo e muito, mas MUITO sensual vídeo de Justify My Love, ela retorna com o figurino mais notável, que nada mais é que a releitura do famoso sutiã cônico, assinado novamente por Jean Paul Gautier. Finalmente se inicia um desfile de moda ao som de Vogue. Você até se pega prendendo a respiração quando o dançarino e namorado aperta seu corpete. E ela continua cantando!

A última parte começa logo depois de um vídeo tratando como tema a opressão, mostrando crianças que se suicidaram por sofrerem bullying, Hitler e colagens do seu rosto com pessoas idosas que remetem que as críticas de que já está muito velha para o pop. Após terminar de cantar Open Your Heart, ela discursou:

Contra qualquer tipo de guerra e discriminação. Uma só alma. Não tem diferenças no mundo – hétero, gay, negro, branco… Somos uma só alma! Vocês conseguem me entender?”.

Pediu paz mundial e o fim do preconceito contra gays e negros.

Masterpiece fecha o bloco enquanto nos telões são mostrados trechos do seu filme W.E. Em minha opinião é essa a parte mais emocionante do show. Inicia-se I’m Addicted e em seguida vem Like A Prayer com um enorme coral. Nessa hora ela pedia pra jogarmos as mãos ao alto de um lado para o outro, onde todos cantavam em coro.

A música final é Celebration, a batida lembra bastante o remix do Benny Benassi num mashup incrível com outras músicas. A coreografia envolve todos os dançarinos e acontece em todas as partes do palco. Ela vai até o final da passarela, volta diz que ama São Paulo e após cerca de 2 horas de show tudo termina sobre os incríveis cubos móveis de LED onde após o agradecimento Madonna já vai sumindo para baixo do palco.

Madonna cantou para um Morumbi cheio, mas não lotado. Se nem todos os espaços do Morumbi estavam ocupados, pelo menos quem esteve por lá esbanjou animação. Apesar de achar que houve pouca interação, a maior frustação foi o fato de Like A Virgin e Love Spent terem ficado de fora do setlist.

Abaixo confira mais algumas fotos exclusivas feitas para o O Confessionário:

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Pedro Henrique Freitas

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